Para um típico paulistano, este foi um fim de semana recheado de opções. Para os cults, Bossa 50 na Oca e festival Helena Ignez no SESC (para quem não sabe, Helena Ignez foi a musa do cinema marginal brasileiro na década de 70, esposa de Glauber Rocha). Para nerds e otakus, Anime Friends. Para os cinéfilos (e nerds também, /ho), O Cavaleiro da Trevas, filme blockbuster que dá vontade de assistir de tanto que falam da atuação de Heath Ledger, chegando ao ponto de cogitarem um Oscar póstumo. Fora as dezenas de opções culturais menos noticiadas, grosas de restaurantes e bares legais para conhecer (com cautela devido à lei seca, meu problema menor visto que não possuo automóvel) e as sociais, tipo ir na casa do Gus rever uma penca de gente que não se reúne há uns dois anos.
Para este pseudo-colunista, pseudo-blogger (é, agora blog as-is é tratado como estagnação, por hora não me importo) e pseudo-whatever, ficaram as três coisas mais intimistas a se fazer: nerdiar programando um script em python (depois que eu puser o cabeçalho, versionar e tudo, posto e comento a respeito), gourmetzar comendo um salmão ao pesto feito pela mãe, e de resto mofar um pouco frente ao pc. A parte otaku ficou em ler Holic nas eventuais saídas do pc, sabe-se bem para onde.
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