O título deste compêndio poderia ser “Apresentando Cog Reitnec”. Não. Cog Reitnec dispensa apresentações.
Cog. Se quiserem chamá-lo apenas assim… definitivamente repensem. Cog Reitnec é suficientemente magnânimo a ponto de requerer ser chamado por completo. Ele não é meio, um terço ou fragmento, pois não o chamem de Cog, Cocó, Reitnec, Corei, ou qualquer variação escusa. Isto não combina com sua presença marcante.
“Cog Reitnec? Quem?”
Como não reconhecer Cog Reitnec? Cog Reitnec sobrepõe a existência humana. A sua. A minha própria. Tanto que se apossou de nome próprio pois não seria “apenas mais um ego”.
Este é Cog Reitnec. Meu ego. Um ego tão grande, e tão onipresente que se tornou além de mim. E de tão incompreesível tomou-me como porta-voz de sua excelência. A partir deste momento, Cog Reitnec ganha uma tag própria. Poderia ser um blog, uma revista, o mundo. Mas Cog Reitnec é tão consvalescente por si só que dispensa exclusividade, pois faria as pessoas terem complexo de superioridade. De sua imensa e incomparável superioridade.
Cog Reitnec, como tudo que é superior, repousará sobre o berço esplêndido da inovação, e de pleno vigor, voltará em breve para abrilhantar este mundo de falsas idéias.
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